sexta-feira, 11 de maio de 2012

Projeto "Tablet(e) de Chocolate" premiado com as Ideias com Mérito da Rede de Bibliotecas Escolares



A Biblioteca Escolar/CRE da Escola Secundária de Gama Barros e o Projeto de Educação para a Saúde (PES) estão de parabéns. O Projeto "Tablet(e) de Chocolate" foi premiado pelas Ideias com Mérito, prémio atribuído pela Rede de Bibliotecas Escolares. Este prémio não só funciona como uma forte motivação para todos os docentes envolvidos neste projeto como permitirá a continuidade e a consolidação desta parceria que se tem vindo a revelar muito profícua.

O Projeto consubstancia-se numa parceria entre a Biblioteca Escolar e o Projeto de Educação para a Saúde e visa o desenvolvimento da intradisciplinaridade e da interdisciplinaridade na escola, assim como a promoção dos níveis de leitura e literacia da população escolar, através da utilização de dispositivos móveis, nomeadamente tablets. Como finalidade última deste projeto, pretende-se promover a literacia da informação mediante a elaboração de um banco de recursos orientado para uma temática que permita o desenvolvimento de conhecimentos e competências a nível disciplinar ou transdisciplinar.

As responsáveis pelo desenvolvimento do projeto são a professora bibliotecária, Filomena Lima, e a professora de Ciências Naturais e elemento da equipa do PES, Sandra Lobo.

Tablet(e) de chocolate” é um doce projeto, idealizado por uma equipa que, sabendo a ligação entre o mau humor e um maior desejo de coisas doces, pretende, tão só, inebriar a sua comunidade educativa com os odores e sabores do chocolate, aprendendo a apreciar um bom livro e, sentindo-se, assim, amplamente recompensada pelo prazer de se deixar envolver num novo projeto.

 

 

terça-feira, 8 de maio de 2012

“Beijos no Mundo”


 
        
       O ato do beijo, segundo muitos antropólogos, poderá confundir-se com a origem da própria humanidade e estar intimamente ligado ao gesto de alimentação boca a boca que ocorria entre as mães e os respetivos filhos. Os chimpanzés, tal como outros animais, alimentam os filhos dessa forma, pelo que há quem defenda a teoria de que os nossos antepassados hominídeos também o pudessem ter feito. Segundo esses teóricos teria havido, com o tempo, uma associação entre o contacto dos lábios e a expressão de amor e afeto.
No entanto, o primeiro beijo de que há registo remonta, apenas, a cerca de 1500 a.C., na Índia. O antropólogo Vaughn Bryant identificou textos védicos primitivos que referem que as pessoas “cheiravam” com as bocas e os amantes “encaixavam boca com boca”.Esculturas Indianas são também, até ao momento, os artefactos mais antigos, que se conhecem, representando o beijo. Todavia, o beijo terá, muito provavelmente, só chegado ao Ocidente quando Alexandre, O Grande, conquistou o Punjab cerca de mil anos depois.
Importa, no entanto, referir que muitos povos não praticam o ato do beijo. O beijo é algo que os Lepcha e os Sirono da Bolívia desconhecem. Muitas culturas em África, no Pacífico Sul e nas Américas não beijavam até à chegada dos exploradores Europeus. O beijo e, sobretudo, o beijo que implicava troca de salivas, seria considerado desagradável e mesmo repugnante. Quando o povo Tsonga, da África do Sul, viu os primeiros europeus a beijarem-se terão dito: “Olhem para aquela gente! Chupam-se uns aos outros! Comem a saliva e a porcaria uns dos outros.” Acresce, todavia, esclarecer que alguns investigadores defendem que essas sociedades podem considerar o beijo como um ato do foro estritamente íntimo e, consequentemente, nunca para ser praticado ou mesmo falado em público.
Na Tailândia, por exemplo, não se devem mostrar gestos de afeto em público pelo que as pessoas não se beijam quando se cumprimentam. A saudação é feita juntando as mãos à altura do peito e fazendo uma leve vénia.
Os chineses são, de um modo geral, muito amáveis, mas, ao cumprimentarem-se, não se beijam nem se abraçam, pois são também muito discretos. Num primeiro encontro, os chineses optam por um aceno de cabeça, por um sorriso ou por um aperto de mão, numa situação mais formal. Cumprimentar com um ou dois beijos no rosto, para os que não estão habituados aos hábitos ocidentais, provocará, no mínimo, uma sensação de desconforto.
Os índios de uma tribo isolada no Equador, os Cayapas, cheiram a mão dos amigos ao cumprimentá-los. O “beijo” de despedida de uma tribo da Nova Guiné consiste em passar a mão na axila do companheiro e, em seguida, esfregar o cheiro dele por todo o corpo.
 
 
 
 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

10 curiosidades científicas (e não só) sobre o beijo

Sabia que...

1. Para alguns cientistas, beijar está ligado ao complexo processo de escolha de um parceiro. Quando duas pessoas se beijam, trocam uma série de informações (gustativas, olfativas, táteis, visuais) que, inconscientemente, as ajudam a perceber o grau de comprometimento do outro na relação. A chave deste fenómeno está no olfato. Beijar ativa a libertação de feromonas que, ao serem detetadas, de forma inconsciente, pelas mulheres, as ajudam a escolher os parceiros que terão uma melhor descendência. A explicação está num conjunto de genes ligados a uma parte do sistema imunitário conhecida como complexo maior de histocompatibilidade (CMH) que, através do olfato, desempenha um papel fundamental na atração sexual. Aqui funciona a lei de que os opostos se atraem: elas preferem homens com um CMH diferente do seu, uma escolha influenciada pela Natureza: juntar parceiros com diferentes genes do sistema imunológico fortalece as defesas da geração seguinte, melhorando, assim, as hipóteses de sobrevivência da espécie.

2. Um beijo mais apaixonado mobiliza 12 músculos dos lábios e 17 da língua.

3. Num beijo apaixonado, o corpo aquece queimando até 15 calorias.

4. Os batimentos cardíacos sobem, em média, dos 70 para os 150 por minuto. Tal facto, força o coração a bombear cerca de 1 litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigénio para trabalhar.

5. São trocadas, pelo menos, 250 bactérias.

6. Os resíduos da saliva permanecem, em média, durante três dias na boca de quem beijámos.

7. A mononucleose infecciosa, também conhecida como doença do beijo, é uma doença contagiosa, causada por um vírus da família do herpes – o vírus Epstein-Barr (EBV) que se transmite de humano para humano através da saliva. Por este motivo ganhou a alcunha de "doença do beijo". A mononucleose é mais comum em adolescentes e adultos jovens. A doença causa fadiga extrema, febre, dor de garganta, aumento dos linfonodos e pode mesmo provocar problemas no fígado.

8.O beijo pode ter efeitos terapêuticos, por exemplo, no combate à depressão. Segundo um estudo realizado no Reino Unido, beijar estimula o cérebro a libertar endorfinas, substâncias químicas que funcionam como uma espécie de ‘opiáceo’ natural do organismo, proporcionando sensações de prazer, euforia e bem-estar que ajudam a combater a depressão. Quanto mais excitantes e apaixonados os beijos, maiores os benefícios para a saúde. Além disso, beijar baixa os níveis de cortisol, conhecida como a hormona do stress.

9. Quando beijam, 97% das mulheres fecham os olhos e apenas 30% dos homens o fazem.

10. Os homens preferem beijos mais molhados e com mais contacto de língua. A opção, percebe-se agora, não é ingénua. A saliva masculina contém grandes quantidades de testosterona que podem afetar a líbido das mulheres. Os cientistas avançam ainda uma outra hipótese: a dos homens terem uma menor capacidade de deteção química e sensorial, precisando por isso de mais saliva para fazer a sua avaliação da parceira.

domingo, 6 de maio de 2012

Ciclo de Cinema "O Beijo"

A temática "O Beijo" esteve no centro de mais um ciclo de cinema dinamizado pela Biblioteca Escolar e pelo PES, no âmbito de uma programação cultural mais vasta que incluiu a exposição, que pode (re)ver no picture trail neste blogue. Pretendeu-se com os filmes selecionados "ilustrar" diferentes tipos de beijo e suscitar a reflexão e o debate sobre esta temática. Alguns desses beijos concretizam o desrespeito por cânones sociais muito rígidos outros são apenas inocentes, como o primeiro beijo. Mas não esquecemos o beijo do amor proibido, o beijo da paixão intensa ou do amor à primeira vista, o beijo do reencontro dos amantes ou até o beijo que quebra o feitiço, à boa maneira dos Contos de Fadas... Gaste mais alguns minutos e não perca a belíssima sequência final do filme "Cinema Paraíso".

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Exposição "O beijo"

A exposição "O Beijo" surgiu como o corolário de um trabalho de parceria entre a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos e o Projeto de Educação para a Saúde(PES) mas transcendeu esta parceria na medida em que conseguiu mobilizar vários professores da escola, nomeadamente do grupo de artes, a saber: a Professora Luiza Ramos, a professora Beatriz Leal, o professor António Silvano, e respetivos alunos, do 12º AV1 e do 10º AV1, o professor Daniel Nave que dinamizou um colóquio subordinado ao tema "A Arte do Beijo" e a professora Fernanda Pires que concebeu um Sarau Literário sob o tema "O Beijo" com os alunos do 9º 4ª. À semelhança do exposições anteriores, a Biblioteca organizou um conjunto de atividades para os alunos dos diferentes níveis de ensino para que estes, ao longo de cerca de 90 minutos, pudessem "visitar" e ver com olhos de ver os diferentes núcleos da exposição. Desta vez, recebemos também a visita de algumas turmas do 4º ano da Escola Ribeiro de Carvalho que retribuiram o convite que lhes foi endereçado com muitos beijinhos, muito entusiasmo e imenso interesse por todas as atividades em que participaram. Fique com algumas imagens da nossa exposição e veja depois algumas curiosidades sobre o beijo...

terça-feira, 24 de abril de 2012

A Despedideira

Há mulheres que querem que o seu homem seja o sol. O meu quero-o nuvem. Há mulheres que falam na voz do seu homem. O meu que seja calado e eu, nele, guarde meus silêncios. Para que ele seja a minha voz quando Deus me pedir contas. No resto, quero que tenha medo e me deixe ser mulher, mesmo que nem sempre sua. Que ele seja homem em breves doses. Que exista em marés, no ciclo das águas e dos ventos. E, vez em quando, seja mulher, tanto quanto eu. As suas mãos as quero firmes quando me despir. Mas ainda mais quero que ele me saiba vestir. Como se eu mesma me vestisse e ele fosse a mão da minha vaidade. Há muito tempo, me casei, também eu. Dispensei uma vida com esse alguém. Até que ele foi. Quando me deixou, já não me deixou a mim. Que eu já era outra, habilitada a ser ninguém. Às vezes, contudo, ainda me adoece uma saudade desse homem. Lembro o tempo em que me encantei, tudo era um princípio. Eu era nova, dezanovinha. Quando ele me dirigiu palavra, nesse primeiríssimo dia, dei conta de que, até então, nunca eu tinha falado com ninguém. O que havia feito era comerciar palavra, em negoceio de sentimento. Falar é outra coisa, é essa ponte sagrada em que ficamos pendentes, suspensos sobre o abismo. Falar é outra coisa, vos digo. Dessa vez, com esse homem, na palavra eu me divinizei. Como perfume em que perdesse minha própria aparência. Me solvia na fala, insubstanciada. Lembro desse encontro, dessa primogénita primeira-vez. Como se aquele momento fosse, afinal, toda minha vida. Aconteceu aqui, neste mesmo pátio em que agora o espero. Era uma tarde boa para a gente existir. O mundo cheirava a casa. O ar por ali parava. A brisa sem voar, quase nidificava. Vez e voz, os olhos e os olhares. Ele, em minha frente, todo chegado como se a sua única viagem tivesse sido para a minha vida. No entanto, algo nele aparentava distância. O fumo escapava entre os seus dedos. Não levava o cigarro à boca. Em seu parado gesto, o tabaco a si mesmo se consumia. Ele gostava assim: a inteira cinza tombando intacta no chão. Pois eu tombei igualmente àquela cinza. Desabei inteira sob o corpo dele. Depois me desfiz em poeira, toda estrelada no chão. As mãos dele: o vento espalhando cinzas. Eu. Nesse mesmo pátio em que se estreava meu coração tudo iria, afinal, acabar. Porque ele anunciou tudo nesse poente. Que a paixão dele desbrilhara. Sem mais nada, nem outra mulher havendo. Só isso: a murchidão do que, antes, florescia. Eu insisti, louca de tristeza. Não havia mesmo outra mulher? Não havia. O único intruso era o tempo, que nossa rotina deixara crescer e pesar. Ele se chegou e me beijou a testa. Como se faz a um filho, um beijo longe da boca. Meu peito era um rio lavado, escoado no estuário do choro. Era essa tarde, já descaída em escuro. Ressalvo. Diz-se que a tarde cai. Diz-se que a noite também cai. Mas eu encontro o contrário: a manhã é que cai. Por um cansaço de luz, um suicídio da sombra. Lhe explico. São três os bichos que o tempo tem: manhã, tarde e noite. A noite é quem tem asas. Mas são asas de avestruz. Porque a noite as usa fechadas, ao serviço de nada. A tarde é a felina criatura. Espreguiçando, mandriosa, inventadora de sombras. A manhã, essa, é um caracol, em adolescente espiral. Sobe pelos muros, desenrodilha-se vagarosa. E tomba, no desamparo do meio-dia. Deixem-me agora evocar, aos goles de lembrança. Enquanto espero que ele volte, de novo, a este pátio. Recordar tudo, de uma só vez, me dá sofrimento. Por isso, vou lembrando aos poucos. Me debruço na varanda e a altura me tonteia. Quase vou na vertigem. Sabem o que descobri? Que minha alma é feita de água. Não posso me debruçar tanto. Senão me entorno e ainda morro vazia, sem gota. Porque eu não sou por mim. Existo reflectida, ardível em paixão. Como a lua: o que brilho é por luz de outro. A luz desse amante, luz dançando na água. Mesmo que surja assim, agora, distante e fria. Cinza de um cigarro nunca fumado. Pedi-lhe que viesse uma vez mais. Para que, de nono, se despeça de mim. E passados os anos, tantos que já nem cabem na lembrança, eu ainda choro como se fosse a primeira despedida. Porque esse adeus, só esse aceno é meu, todo inteiramente meu. Um adeus à medida de meu amor. Assim, ele virá para renovar despedidas. Quando a lágrima escorrer no meu rosto eu a sorverei, como quem bebe o tempo. Essa água é, agora, meu único alimento. Meu último alento. Já não tenho mais desse amor que a sua própria conclusão. Como quem tem um corpo apenas pela ferida de o perder. Por isso, refaço a despedida. Seja esse o modo de o meu amor se fazer eternamente nosso. Toda a vida acreditei: amor é os dois se duplicarem em um. Mas hoje sinto: ser um é ainda muito. De mais. Ambicione, sim, ser o múltiplo de nada. Ninguém no plural. Ninguéns. Couto, Mia (2004) «A despedideira», in O Fio das Missangas. Lisboa: Caminho, 2004, pp. 53 - 56.

Beijo, kiss, bisou, beso, kuss...

Lembra-se do primeiro? Olhos nos olhos, mãos suadas, coração acelerado, lábios hesitantes. Tensão e emoção. Num sopro, paraíso ou inferno. Afinal, porque beijamos? Simples: porque queremos. Porque nos rendemos aos afetos e nos deixamos levar pelos impulsos românticos. E, contudo, explicam os cientistas, o fenómeno é muito mais complexo do que a simples comunhão de duas bocas, seja no entrelaçar das línguas ou, com menos saliva, na união de dois lábios (ou, para ser mais rigoroso, dois pares de lábios). Por isso criaram a filematologia, a ciência que estuda o beijo e as suas funções. Como na canção “As Time Goes By”, imortalizada em “Casablanca“, “a kiss is still a kiss” mas será sempre algo mais que a estrofe em que duas bocas rimam, para usar outra citação famosa. Por detrás de cada gesto escondem-se não só um emaranhado de reações orgânicas, mas também uma miríade de motivações que nem sempre são óbvias. Beijamos por paixão, mas também por costume, educação, respeito e até por mera formalidade. A própria forma como beijamos varia de acordo com o que queremos expressar. Segundo o antropólogo inglês Desmond Morris, as origens do beijo estão num instinto bem mais primário: o das mães primatas mastigarem a comida e a passarem às crias através da boca, um costume que sobrevive ainda em algumas tribos do Planeta. O gesto, especula Morris, terá evoluído para uma forma de confortar crianças esfomeadas quando a comida escasseava e, mais tarde, para demonstrar amor e carinho. Para outros cientistas, beijar está ligado ao complexo processo de escolha de um parceiro. Quando duas pessoas se beijam, trocam uma série de informações (gustativas, mas também olfativas, táteis, visuais e até de postura) que, inconscientemente, as ajudam a perceber o grau de comprometimento do outro na relação. O gesto pode revelar até que ponto se está perante a pessoa ideal para formar família, sendo por isso uma ação fundamental para a sobrevivência das espécies. A chave deste fenómeno está no olfato. Beijar ativa a libertação de feromonas que, ao serem detetadas, de forma inconsciente, pelas mulheres, as ajudam a escolher os parceiros que terão uma melhor descendência. A explicação está num conjunto de genes ligados a uma parte do sistema imunitário conhecida como complexo maior de histocompatibilidade (CMH), que, através do olfato, desempenha um papel fundamental na atração sexual. Aqui funciona a lei de que os opostos se atraem: elas preferem homens com um CMH diferente do seu, uma escolha influenciada pela Natureza: juntar parceiros com diferentes genes do sistema imunológico fortalece as defesas da geração seguinte, melhorando, assim, as hipóteses de sobrevivência da espécie. Talvez por isso, a ciência tem demonstrado que o primeiro beijo pode ajudar a afastar o que as forças do romantismo uniram. O sucesso de uma relação depende, muitas vezes, desse momento único em que os lábios se tocam pela primeira vez. Segundo um estudo publicado na revista científica “Evolutionary Psychology“, 59% dos homens e 66% das mulheres admitiram já ter perdido o interesse por alguém após o primeiro beijo. A investigação revela outros dados interessantes, que vêm confirmar alguns estereótipos sobre os comportamentos sexuais dos dois géneros: os homens utilizam mais o beijo como um meio para atingir um envolvimento sexual e estão mais predispostos a ter sexo sem beijar, com alguém que considerem beijar mal ou mesmo com alguém por quem não se sintam atraídos. Já as mulheres, intuitivamente, tendem a usar o beijo para avaliar o estado da sua relação e o grau de comprometimento do seu parceiro. Texto publicado na edição do Expresso de 7 de Março de 2009