domingo, 27 de setembro de 2015

Receções na BE/CRE



À semelhança de anos anteriores, todos os alunos do 5.º ano tiveram direito a uma “receção especial” na Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos. Durante 90 minutos, nas aulas da disciplina de Português, os alunos realizaram três atividades diferentes, em grupos de 4 a 5 alunos. Cada grupo foi identificado com o nome de um dos autores que vão ser estudados ao longo do ano letivo – Manuel António Pina, Luísa Ducla Soares, Alves Redol, Sophia de Mello Breyner Andresen, Ilse Losa e La Fontaine.
Na atividade A, os alunos descobriram “O Livro Mistério” construindo um puzzle que reproduzia a capa de “A Vida Mágica da Sementinha” de Alves Redol, com recurso à aplicação para iPad “Jigsaw Puzzle”. Depois de completarem o “Cartão de Cidadão” deste livro, com a identificação do seu título, autor e respetiva cota, os alunos enfrentaram um novo desafio – uma intervenção artística. Com recurso a sementes e espigas de trigo, lápis de cor, de cera ou canetas de feltro, recriaram um postal alusivo ao conteúdo do livro – o trigo. A sua capacidade de escrita também foi posta à prova - todos os grupos redigiram uma frase sobre a biblioteca ou os livros, em que deveriam utilizar a palavra “semente”. Estes trabalhos integrarão uma exposição intitulada “Sementes de Leitura” que estará patente ao público durante o mês de novembro. Toda a comunidade será convidada, por essa altura, a eleger a frase e o postal mais criativo. O último desafio exigia dos alunos uma leitura atenta do Guia do Utilizador e uma observação cuidada do espaço da BE/CRE e, sobretudo, da forma como o fundo documental está organizado.
Foram 90 minutos muito intensos e, esperamos todos, muito produtivos.






sábado, 11 de outubro de 2014

"Assobiando à vontade" de Mário Dionísio "leva" alunos do 8.º ano ao Museu da Carris em Lisboa

A professora de Português, Fernanda Gomes, e a professora bibliotecária, Filomena Lima, organizaram uma visita de estudo ao Museu da Carris, em Lisboa, como estratégia de motivação ao estudo do texto "Assobiando à vontade" de Mário Dionísio, previsto nas Metas para Educação Literária para o 8º ano de escolaridade.
Na sequência desta visita, os alunos irão realizar algumas atividades na biblioteca escolar com recurso a dispositivos móveis, IPads, nomeadamente um friso cronológico sobre a história dos elétricos em Portugal e pequenos filmes sobre os diferentes núcleos do museu e sobre o autor do referido conto.

Filomena Lima
Professora bibliotecária

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Alunos visitam o Museu da Carris


No dia 7 de outubro de 2014, os alunos do 8.º 1.ª da Escola Básica e Secundária de Gama Barros visitaram o Museu da Carris, na companhia de diversos professores.

Os alunos tiveram a oportunidade de fazer uma visita guiada ao Museu e também de visionar um filme sobre a história de Lisboa e as suas origens.

O Museu está dividido em dois núcleos, sendo o primeiro constituído por pequenos objetos e o segundo pelos transportes públicos originais da Carris e as oficinas onde produziam os bilhetes para as viagens nos diferentes meios de transporte. Estes dois núcleos mostram a riqueza do espólio desta empresa.

No primeiro núcleo, os estudantes puderam observar documentos oficiais dos primeiros passos da Carris, bem como cartas dos fundadores da empresa. Contemplaram maquetas de elevadores, ascensores elétricos e autocarros que circulavam na capital. Seguidamente, apreciaram exemplares originais de bilhetes, de obliteradores e de instrumentos do sorteio das ações da empresa, assim como os uniformes usados pelos funcionários da Carris. Posteriormente, observaram um posto médico para trabalhadores da empresa e os instrumentos que pertencem à Banda desta companhia.

Para surpresa dos alunos, puderam fazer uma viagem de elétrico entre os núcleos 1 e 2, num exemplar com uma decoração requintada.

No núcleo 2, contemplaram os elétricos e os autocarros originais desde 1901. Os alunos tiveram, ainda, a oportunidade de visitar o interior de dois autocarros.

Por fim, visitaram as oficinas – máquinas e instrumentos – onde se produziam os bilhetes dos vários transportes da Carris.

Estes alunos tiveram o privilégio de visitar um dos vários museus que contribuem para a valorização do património de Lisboa.


Beatriz Rosalino
8.º 1.ª






 
 
 
 



 
 



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Turmas do 8.º ano da Escola Gama Barros visitam Museu da Carris




No dia 7 de outubro, os alunos do 8.º1ª e do 8.º2ª da Escola Básica e Secundária  de Gama Barros participaram numa visita de estudo ao Museu da Carris, em Lisboa.

Quando chegámos ao Museu o grupo foi dividido: o 8.º 1ª foi ver primeiro o filme “Lisboa, quem és tu?” e o 8.º 2ª  fez a visita guiada ao núcleo I.

Neste núcleo, puderam ver imagens do primeiro elétrico que existiu em Lisboa, que era diferente de todos os outros, porque as carruagens eram abertas, circulavam sobre carris e eram puxadas por cavalos. Também viram fotografias de alguns elevadores: o elevador da Bica, o elevador de Santa Justa, o elevador da Glória e o elevador do Lavra.
De seguida, viram algumas fardas que os guarda-freios usavam, alguns circuitos que os elétricos faziam e os bilhetes que se usavam antigamente. Depois viram instrumentos da banda da Carris e algumas maquetas sobre o Metropolitano de Lisboa.

Os alunos visitaram também o núcleo II, para onde se deslocaram num elétrico de 1901. Aí havia muitos elétricos e autocarros antigos. Depois de  terem visto os elétricos, os alunos também visitaram o interior de um autocarro muito antigo de dois pisos. Ainda neste núcleo, viram as máquinas utilizadas para fazer os bilhetes antigamente.

A seguir, foram outra vez de elétrico até uma sala para ver o filme “Lisboa, quem és tu?”. Para finalizar a visita, foram ver mais alguns autocarros antigos.
Depois,  juntaram-se novamente as turmas e foram para o autocarro, para regressarem à escola.

Mariana Santos
8º 2ª








                                                     

sábado, 21 de junho de 2014

ALUNO DA ESCOLA GAMA BARROS DECLAMA POESIA PARA O MINISTRO DA EDUCAÇÃO


O aluno Olavo Torvaldo, da turma 1.ª, do 7.º ano, declamou o poema Poema do Homem Só, de António Gedeão, para uma assistência que incluiu o Ministro da Educação e Ciência, Prof. Doutor Nuno Crato e da Secretária de Estado da Ciência, Profª Doutora Leonor Parreira. O evento teve lugar no passado dia 6 de junho, no teatro Thalia, no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, durante a sessão de encerramento das atividades de 2013/2014 do programa “O Mundo na Escola”.

O aluno participou na iniciativa a convite da Diretora do referido Programa, Prof.ª Doutora Ana Maria Eiró. Este convite surgiu na sequência da sessão de inauguração na nossa Escola da exposição A Física no dia-a-dia, baseada na obraA Física no dia-a-dia”, de Rómulo de Carvalho. Nessa ocasião, Olavo Torvaldo declamou o poema Poema do Homem Só, de António Gedeão, surpreendendo e encantando todos os presentes.

No fim da sessão, para além de muitos aplausos, o Olavo recebeu a Obra Completa, de António Gedeão, autografada pelo filho do autor, Frederico Carvalho.


 
O Olavo com a Secretária de Estado da Ciência, Prof.ª Dra. Leonor Parreira, e com o Ministro da Educação e Ciência, Prof. Doutor Nuno Crato.

 
O Olavo com a Prof.ª Doutora Ana Maria Eiró e com o Ministro da Educação e Ciência

 
O Olavo com o filho de Rómulo de Carvalho/ António Gedeão, Frederico Carvalho.


 
 
O Olavo com a Prof.ª Bibliotecária, Filomena Lima, com a Prof.ª de Português, Fernanda Gomes e com o Representante dos Projetos de Desenvolvimento Educativo, Prof. Adérito Cunha.
 
 
 
 
Programa da sessão de encerramento das atividades de 2013/2014 do programa "O Mundo na Escola"

 
Mapa onde se assinalam as localidades por onde passou a Exposição "A Física no dia-a-dia" na escola"
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

"Palavras de Liberdade" - Poesia e Música de mãos dadas na Biblioteca Escolar





Foi na passada sexta-feira que aconteceu mais um momento especial na Biblioteca Escolar/CRE.

O espaço foi pequeno demais para acolher os Encarregados de Educação, e outros elementos da comunidade escolar, que responderam ao convite que lhes foi endereçado para verem e ouvirem os nossos alunos a dizer poesia, a tocar ou a cantar.

O sarau começou com um primeiro momento musical em que foi interpretado o tema “Somos livres (uma gaivota voava, voava)”. A canção foi tocada e cantada pelos alunos do 5.º 3.ª, sob a direção da professora de Educação Musical, Joana Moreira. Um dos momentos inéditos deste apontamento musical foi, sobretudo, o facto de os alunos terem utilizado iPads para tocarem, ao piano, excertos deste tema. Foi um momento comovente no qual ficou bem patente a entrega dos alunos envolvidos e da respetiva professora.

A segunda parte do evento contou com a declamação de vários poemas, sobretudo alusivos ao tema da Liberdade, e contou com a colaboração de cerca de 60 alunos das turmas 1.ª, 2.ª, 3.ª e 4.ª do 7.ºano e das turmas 3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª do 8ºano, que foram preparados pelas respetivas professoras de Português – Ana Paula Luz, Fernanda Gomes, Otília Sério e Susana Dias.

Neste “Palavras de Liberdade”, houve palavras de revolta, palavras de reação, palavras de luta, palavras de emoção...

Houve, também, muita ternura nos rostos dos pais e outros familiares que, naturalmente, viram, com orgulho, os seus filhos dar o melhor de si próprios.
A poesia foi intercalada por apontamentos musicais da responsabilidade do Projeto “Vem Dar Música à Tua Escola”. Os professores responsáveis pelo projeto, Conceição Pedruco e Pedro Vidal interpretaram, respetivamente, “E Depois do Adeus” e “Eh Companheiro”. No final, estes e outros professores da escola cantaram o tema “Grândola Vila Morena”, segunda senha para o arranque das operações militares no dia 25 de abril de 1974.
A experiência da organização deste evento demonstrou que, sempre que se trabalha com entrega e espírito de equipa, alcançam-se sempre os melhores resultados e constroem-se laços de amizade e colaboração.

As assistentes operacionais da Biblioteca Escolar, Anabela Soares e Aida Gonçalves foram inexcedíveis e o professor Rui Correia, colaborador do projeto “Vem Dar Música à Tua Escola”, foi fundamental para que o som chegasse nas melhores condições a todos os pontos da biblioteca.

Depois de terminado o sarau, todos os alunos participantes receberam um certificado de participação e uma caneta/marcador de livro alusiva ao evento.