No
âmbito da exposição “Holocausto”, que pretende assinalar o 71.º aniversário da
chegada das tropas soviéticas a Auschwitz, e ainda, no âmbito do estudo de “O
Diário de Anne Frank”, a Biblioteca Escolar tem em destaque uma série de
documentos, quer em suporte de papel, quer em suporte digital. Deixamos aqui
algumas dessas sugestões. Boas leituras!
Fonte:http://www.wook.pt
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Mouschi
existiu realmente e foi levado para o anexo por Peter van Pels, um jovem
companheiro de cativeiro de Anne Frank. O dia-a-dia no anexo, a rotina de um
grupo de pessoas refugiadas do terror nazi e a esperança numa libertação que
acabou por não chegar, são assim contados neste livro por um animal de
estimação que se transformou em testemunha singular de uma tragédia humana.
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Na
noite de 13 de Dezembro de 1943, Primo Levi, um jovem químico membro da
resistência, é detido pelas forças alemãs. Tendo confessado a sua ascendência
judaica, é deportado para Auschwitz em Fevereiro do ano seguinte; aí
permanecerá até finais de Janeiro de 1945, quando o campo é finalmente
libertado.
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objetividade, a vida no Lager e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta.
Se Isto é um Homem tornou-se rapidamente um clássico da literatura italiana e é, sem qualquer dúvida, um dos livros mais importantes da vastíssima produção literária sobre as perseguições nazis aos judeus.
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objetividade, a vida no Lager e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta.
Se Isto é um Homem tornou-se rapidamente um clássico da literatura italiana e é, sem qualquer dúvida, um dos livros mais importantes da vastíssima produção literária sobre as perseguições nazis aos judeus.
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"Nasci
em 1944. Não sei a data exata do meu nascimento. Não sei que nome me puseram.
Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive
irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do
Holocausto…"
As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente.
As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente.
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“Quando
Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa” é uma das obras mais lidas por jovens de
todo o mundo. Considerado um clássico da literatura juvenil, e inspirada na
vida da própria autora, fala-nos da Segunda Guerra Mundial numa nova perspetiva
e até com algum humor.
Vive-se o ano de 1933. Anna tem apenas nove anos e anda demasiado ocupada com a escola e com os amigos para reparar nos cartazes políticos espalhados pela cidade de Berlim com a suástica nazi e a fotografia de Adolf Hitler, o homem que muito em breve mudaria a face da Europa. Ser judeu, pensa ela, é apenas algo que somos porque os nossos pais e avós são judeus.
Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.
Fonte:http://www.wook.pt
Vive-se o ano de 1933. Anna tem apenas nove anos e anda demasiado ocupada com a escola e com os amigos para reparar nos cartazes políticos espalhados pela cidade de Berlim com a suástica nazi e a fotografia de Adolf Hitler, o homem que muito em breve mudaria a face da Europa. Ser judeu, pensa ela, é apenas algo que somos porque os nossos pais e avós são judeus.
Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.
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